A história do pão

A história do pão já é muito antiga. Pelo que se sabe, começou-se a fazer pão milhares de anos antes de Cristo. Aliás, antes do pão, as farinhas já eram utilizadas para fazer uma espécie de sopas e bolos com mel, azeite, tâmaras esmagadas e carne moída.

Os primeiros pães, como os conhecemos hoje, foram assados em pedras quentes ou debaixo de cinzas e os primeiros a utilizar fornos de barro e fermento foram os egípcios. Depois disso, com os contactos comerciais dos gregos no Egito, o pão chegou finalmente à Europa. Mas foi só com o Império Romano, que a tradição e cultura do pão se alastrou por todo o lado.

Em Portugal

O nosso país, fortemente marcado por tradições seculares, herdou muito dos romanos. Ficaram as pontes, a calçada, a numeração e muitas outras coisas do dia a dia que nem nos apercebemos. O pão é uma delas.

Começa por ser farinha, passando depois pela moagem, assadura e cozedura, para no fim, ser o pão presente em todas as mesas portuguesas.

Cada região faz um pão diferente, de acordo com o tipo de farinhas que tem, mas seja em que zona for, está presente em todas as horas do nosso dia. Come-se logo ao pequeno-almoço, leva-se embrulhado para comer a meio da manhã, ao almoço não há mesa que não o tenha, ao lanche cai sempre bem, ao jantar não pode faltar e antes de ir dormir umas sopinhas de pão com leite também são sempre bem-vindas.

Alimento, tradição, cultura, trabalho, religião, arte e até ditado popular, o pão é insubstituível. É por isso que os nossos padeiros fazem de tudo para que nunca lhe falte o pão quentinho que todo o português merece.

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